June 14, 2019

Quando as redes sociais partem do network

Quando as redes sociais partem do network

O "caso" Mami Dog – Estética Animal

Quem já viu uma apresentação do projeto “Seja Social”, da Agência Centro Oeste, certamente ouviu o termo “especializado em micro e pequena empresa”. Isso quer dizer que a estratégia que a página de uma marca de cosméticos famosas com 20 milhões de seguidores somando Facebook, Instagram, Twitter e Youtube não vai funcionar, mas também quer dizer que uma estratégia localizada vai surtir efeitos mais rápidos.

Por aqui gostamos da ideia de humanização da marca e a aplicamos ao extremo. Isso quer dizer, entre outras coisas, que os potenciais clientes de uma empresa com equipe de menos de dez pessoas, estão mais próximos do seu círculo de network diário do que dos seus perfis oficiai nas redes sociais. E vamos usar isso!

Para ilustrar essa ideia vamos citar dois clientes que abriram suas estruturas digitais recentemente. A empresária Amanda Lima, de Agudos, nos procurou no momento em que estava deixando de ser alguém que presta um determinado serviço para se tornar um empreendedor daquele segmento. Ela precisava de um nome, de uma logomarca e – é claro – depois de tudo isso resolvido, uma estrutura de redes sociais com Facebook, Instagram e WhatsApp.

Este texto foi escrito quando a Mami Dog – Estética Animal estava completando uma semana nas redes sociais e superando a marca de 400 seguidores, já com algumas vendas feitas pela nova estrutura.

Já o foi o tempo em que resultados financeiros dependiam da quantidade de seguidores nas páginas. Desde 2016, todas as mudanças de algoritmos do Facebook privilegiam a qualidade de seguidores em detrimento da quantidade. E hoje, em muitos casos, é possível dizer que é mais fácil – sim, mais fácil – trabalhar com estruturas consideradas pequenas entre os micro e pequenos empreendedores.

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